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Um Segredo para Ser um Grande Pai

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(Esse texto foi escrito por Leo Babauta e traduzido livremente por mim e demora menos de 2 minutos para ler. Gosto muito do blog do Leo Babauta. É um site sobre como criar hábitos melhores para se viver. Recomendo!) 

Tenho seis filhos, entre 7 e 20 anos. Apesar de não ser um pai perfeito, aprendi uma ou duas coisas nesses 20 anos de serviços prestados.

Aprendi a prestar atenção, dar espaço para eles, aceita-los como eles são, a ser um guia e não um diretor, a ajuda-los em momentos de aprendizagem, a amar ler um livro com eles, a caminhar e conversar quando temos problemas, a dar abraços quando eles estão sofrendo e  dar abraços quando eles experimentam uma conquista, a colocar limites e depois remover esses limites quando ficam empolgados com alguma coisa.

É muita coisa para aprender, é muita coisa para querer lidar ao mesmo tempo agora.

Por isso, eu destilei tudo isso em uma prática diária. Uma prática para me ajudar a ser um grande pai:

Aprecie o amor que seus filhos tem por você.

Faça isso todos os dias, sempre que você vir seus filhos, e mesmo quando eles não estiverem por perto. Esse amor que eles tem por você é um presente, e se manifesta de muitas formas: quando eles querem sua atenção, seu afeto, sua aprovação, seu orgulho pelo o que eles fazem. No querer estar com você. Ao observar você para aprender como viver a vida. Ao aprender com você, sempre que vocês conversam.

A prática diária de apreciar o amor deles por você fará sua vida ficar melhor. Vai ajuda-lo a ser o modelo que eles precisam, pois alguém que consegue apreciar o amor dos outros se torna uma fonte de gratidão, humildade e presença (mindfulness).

Não importa o que aconteça, sejam ataques emocionais (tantrums), decepções, machucados e rejeições, o amor deles por você sempre estará presente.

Sou extremamente grato pelo amor das minhas crianças (apesar de que alguns dos meus filhos nem são mais crianças).

Eles me admiram e em troca eu aprendo com eles. Eles são engraçados, empolgados, curiosos, afetivos e divertidos. Sou muito sortudo por te-los em minha vida, e eu não seria o homem que sou hoje, sem eles.

Obrigado meus amores.

(Para ler o texto original clique em http://zenhabits.net/dad/)

12 respostas
  1. Lídia Maria
    Lídia Maria says:

    Maravilhoso! Apreciar o amor do meu filho…isso deveria ser óbvio?! Mas, não é. Esse blog me ajuda a refletir sobre o essencial nessa relação pais e filhos: o AMOR! Obrigada, Lídia

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    • Marcelo Michelsohn
      Marcelo Michelsohn says:

      Com certeza! E a minha geração está em um dilema. Por um lado queremos (pais e mães) ser bem sucedidos profissionalmente, em um ambiente cada vez mais competitivo, rápido e em crise, e por outro lado sabemos sobre a importância de estarmos presentes com nossos filhos. Eu e Regiane decidimos privilegiar o segundo movimento, mas as vezes dá medo, bate uma insegurança. Mas estamos tranquilos que a alternativa é muito pior.

      Responder
      • Marcia Elias
        Marcia Elias says:

        Olá Marcelo eu compartilho deste dilema, mas tenho algumas confirmações da minha escolha por um ritmo de vida mais tranquilo quando consigo ficar uma manhã inteira com a Mariana ou quando posso pegá-la mais cedo no infantário ou quando ela está doente (foi o caso esta semana) eu e o pai pudemos nos revesar e deixá-la em casa se recuperando (estamos “acabados” mas ela melhorou). Eu vivo na Ilha da Madeira e penso que para está primeira infância é um lugar excelente, calmo, perto da natureza, tudo é pertinho…e assim podemos estar mais presentes…só falta a família alargada por perto, o que me deixa aflita e penso: crescer longe dos primos e tios e avós…hummm será que as nossas razões são suficientemente compensadoras?! Partilhando…. Bjinhos

        Responder
  2. Renato Michelsohn
    Renato Michelsohn says:

    É algo mágico, precioso e enriquecedor! Penso que o amor entre pai e filho(s) é algo brilhante e surpreendente! Acredito muito na naturalidade de tudo isso,…

    Responder

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