31 respostas
  1. Denise
    Denise says:

    Aqui estamos aprendendo também, nessa nova vida com um pequeno de 4 meses. E de uma vivência de minha irmã e meu cunhado com o filho deles (hoje com 5 anos, e na época com 2 anos), que o ensinou a pedir para eles falarem com ‘mais amor’ quando eles se excederem com ele (coisa difícil rs), criamos uma prática (pelo menos tentamos) de ‘falar e ouvir com amor’. Nem sempre conseguimos, mas sempre tentamos. Adorei o seu texto. Traz sabedoria muito próximo da realidade, do cotidiano. Parabéns!

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  2. Júnior
    Júnior says:

    Parabéns pelo texto. É bom “ouvir” estas palavras e entendermos que não somos os únicos, existem outros casais como nós e que está tudo bem. Obrigado por partilhar sua experiência. Assim vemos que estamos no mesmo caminho, do aprendizado, do crescimento.

    Um abraço.

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  3. Julia Bayeux
    Julia Bayeux says:

    Marcelo, seu blog fez tida diferença na vida aqui em casa. Sou fã! Quero muito saber sobre os cursos de Educação Ativa e da Comunicação não-violenta, ou mesmo quando houver palestras, enfim. Moro em SP. Muito obrigada, de todo coração!

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  4. Talitha e Marcelo
    Talitha e Marcelo says:

    Eu e o meu marido acabamos de ler o seu post e enquanto líamos, conversávamos a respeito da importância da comunicação e como estamos trilhando esse caminho. Valeu mais uma vez por compartilhar os seus aprendizados, as suas questões e ouvir as de outras famílias. Tem sido sempre muito inspiradores p/ trabalharmos a nossa dinâmica familiar. Obrigado!

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  5. Larissa Scherer
    Larissa Scherer says:

    Muito interessante, foi muito importante para mim ler o seu post e chegou no momento certo! Me conectou com o que temos feito (e deixado de tentar fazer) como casal. Temos um bebê de 2 anos. Continue escrevendo as tuas experiências. Obrigada!:-)

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  6. Antonio
    Antonio says:

    Marcelo, sua reflexão é bastante interessante, pois demostra seus erros e acertos, que não é uma coisa fácil de nós admite, pois a sociedade está sempre nos punido pelas nossas atitudes. A convivência familiar nunca será fácil, pois sempre terá dois tipos de opiniões, mas se tem compreensão de ambos os lados, haverá tranquilidade no ambiente. Na minha rotina com minha esposa e meu filho, eu sempre dou tempo diferente para cada um. Sei que não é fácil criar e viver. mas isto nos ensina a rever e compreender tudo o que vivemos.
    O maior passo dado por pais e mães na criação de seus filhos é o passo da compreensão.

    Um grande abraço.

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  7. Paula
    Paula says:

    É exatamente isso….faço isso com meu marido quando ele nao consegue sair no horário que Eu já estou pronta com meu filho….fico louca por que pra mim é difícil entender o tempo dele. Depois de ler, vou repensar….e tentar melhorar….Como você disse: a vida nao está nem aí para o controle!

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    • Marcelo Michelsohn
      Marcelo Michelsohn says:

      Eu e Regiane temos tempos bem diferentes. Mais do que entender o tempo dela, temos tentado conversar sobre como atender as necessidades de todos. Não é branco e preto, por isso requer atenção constante, porém não ansiosa. Mais fácil falar do que fazer. Me conte como as coisas caminharam para vocês. Abração.

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  8. Rachel
    Rachel says:

    Oi Marcelo, tudo bem ? Um beijo enorme para a Re !! Eu sempre me deparo com essa situação…….Mas eu tenho que admitir que quando meu marido está no momento relaxado e eu percebo, exijo a disciplina e rigidez, mesmo que eu tbém queira o mais flexível….e quando eu sinto que ele está exigindo rotina, eu de propósito tento de várias formas deixar o momento relaxado e menos padrão. Vixi…. que horror….coitadinha da Helena ! :( realmente é a “luta” do ego e poder….

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    • Marcelo Michelsohn
      Marcelo Michelsohn says:

      E aí Rachel, tudo bem? Espero conhecer a Helena em breve. Tenho certeza que você faz isso na melhor das intenções com se houvesse um equilíbrio perfeito entre a rigidez e a permissividade. Também me pego fazendo isso, mas estou percebendo que isso tem mais a ver com uma ansiedade de querer um resultado futuro: “se eu não fizer assim ela não vai aprender que….” do que com uma conexão no presente. Vamos conversando. Beijos.

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  9. Roseli Oliveira
    Roseli Oliveira says:

    Puxa vida, quantas vezes me pego fazendo a mesma coisa que você… E dai, depois, fico com um sentimento ruim em relação ao meu marido, me punindo e querendo desfazer o que fiz, mas ai eu descubro que, como vocês, nossas realidades de criação são tão diferentes e que eu preciso aprender a entender o jeito dele como ele entende o meu.
    Ótima reflexão. Madura, consciente.
    Gratidão pela coragem de partilhar.

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    • Marcelo Michelsohn
      Marcelo Michelsohn says:

      Oi Roseli. Super obrigado pelo comentário. Me fez pensar que há uma questão fundamental sobre a qual tenho me debruçado. Eu fui criado por pais que acreditavam e acreditam que as crianças precisam ser controladas, com carinho, mas controladas. Eu sei hoje, racionalmente, que as crianças precisam de conexão e de ambientes preparados. Minha busca agora é por transformar esse conhecimento racional em crença emocional. Sigo tentando.

      Responder
  10. Andrea Proietti
    Andrea Proietti says:

    Marcelo,
    Adorei! Tem coisas que estão na nossa cara e precisamos de empurrãozinho para enxergar! Como é verdadeira a observação sobre como a tensão do ambiente “contamina” as crianças. Aqui também precisamos exercitar os músculos, muito treino para conseguirmos a comunicação não violenta. Parabéns e obrigada pela oportunidade de reflexão.

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  11. Mayara Ripardo
    Mayara Ripardo says:

    Puxa Marcelo esse texto surgiu em nossas vidas no momento exato. Obrigada por compartilhar sua experiencia. Aqui também temos desafios parecidos, so que no nosso caso Pedro e um homem nascido numa ilha, criado numa ilha e com um ritmo pacato e harmônico de uma ilha e eu sou uma mulher nascida e criada na loucura da cidade.
    Imagina so?! rsrsrrs..
    Temos muita historia pra contar também. hehe..
    Grande abraco!

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    • Marcelo Michelsohn
      Marcelo Michelsohn says:

      Oi Mayara. Bom saber que o texto teve ressonância. Acho que a coisa do local tem influencia sim, e fico interessado em saber como isso influenciou a forma como os pais do Pedro criaram ele e como seus pais criaram você. Vamos seguir compartilhando. Abração!

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  12. Thais
    Thais says:

    Marcelo, adorei o texto, com certeza você traduziu uma situação comum em muitas casas, posso dizer que passamos por algo assim nessa semana, a desconexão gera um efeito cascata, com certeza…Beijão nos 4 dos 3.

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  13. Andrea Cassia
    Andrea Cassia says:

    Muito bom!!! Me senti vivendo exatamente isso! A dificuldade do casal aumenta na criação dos filhos…..e muitas vezes não conseguimos encontrar a conexão ! Insistimos em querer controlar a situação do nosso ponto de vista ,sem respeitar as diferenças do nosso parceiro! Queremos um ponto comum ,porem a falta de conexão traz desastres na família,na qual,muitas vezes a escolha é o fim dela…….

    Responder

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