Menino de Castigo

Péssimos Conselhos da “Supernanny”

Alfie Kohn Explica Por Que Castigos Não Funcionam

(Como muitos já sabem, gosto de recomendar o livro Unconditional Parenting para quem quer criar os filhos de forma mais respeitosa e diminuir os conflitos, sem utilizar controle e violência na forma de castigo. Pedi autorização para traduzir alguns artigos do autor, Alfie Kohn, e ele concedeu com muita gentileza. Segue o primeiro artigo que traduzi. Fala sobre o programa supernanny, seus problemas e as consequências desse tipo de criação para os nossos filhos. Se você quiser que esse livro seja traduzido deixe um comentário ao final do texto para que eu possa mostrar a editora que há interesse. Para ler o artigo no original em inglês, clique aqui no site do Alfie Kohn)

 

Péssimos Conselhos da “Supernanny”

 

Ditadores adoram rebeliões. A desordem oferece uma desculpa perfeita para revogar liberdades de forma a restaurar a calma. Afinal de contas, existe apenas duas escolhas: caos e controle.  Os criadores da Supernanny e da Nanny 911 entenderam bem essa fórmula. A cada semana eles apontam suas câmeras para lares disfuncionais nos quais as crianças parecem enlouquecidas e os pais prontos para enlouquecer também. Há choros, gritos e agressões…inclusive partindo das crianças. Mas espere. Quem vem lá? É uma babá inglesa, bem arrumadinha, pronta para entrar em cena com a velha receita do controle. Em alguns minutos os pais estarão no comando, as crianças estarão calmas e obedientes e todos estarão cheios de gratidão. Entra a música melosa, os abraços em câmera lenta e as cenas dos próximos capítulos de uma famílias ainda mais problemática.

Esse tipo de programa eleva a arte de manipular os espectadores para um nível nunca antes imaginado. Para começar, a escolha de crianças incrivelmente “mal-comportadas” nos dá um certo sentimento de sucesso: “Pelo menos meus filhos – e minha capacidade enquanto pai ou mãe – não são tão ruins!” Indo direto ao ponto, essas famílias problemáticas nos fazem torcer por soluções totalitárias. Qualquer coisa para acabar com o tumulto.

Somos encorajados a acreditar que ter uma equipe de filmagem em casa não influencia como pais e filhos interagem, e para nem pensarmos sobre o tipo de família que permite que sua humilhação seja televisionada. Somos convidados a acreditar que as famílias podem ser transformadas em alguns dias e que as imagens apresentadas revelam as fantásticas qualidades da babá – e não dos editores do programa. Atualmente, várias séries dramáticas de TV, assim como algumas comédias, evitam os famosos finais felizes. As vezes o paciente morre, o bandido engana o promotor público e o mau caráter se dá bem. Porém, aqui, no reino dos programas sobre vida real, é preciso encontrar uma solução feliz antes da última cena. Talvez os programas sobre a vida real sejam os mais irreais.

Poderíamos apenas rir da implausibilidade desses programas, se eles não estivessem ensinando milhões de pais sobre como criar seus filhos. Nesse sentido, é preciso desmascarar esse falso remédio.

Vamos analisar o Supernanny americano. O programa usa uma fórmula: Jo Frost, a babá oficial e agora escritora que tem seus livros nas listas dos mais vendidos, chega, observa, faz caretas, fala o óbvio, determina uma rotina com uma série de regras e punições. Os pais tropeçam no começo mas eventualmente começam a aplicar o sistema proposto. Tudo isso resulta em contentamento e paz.

As limitações do formato do programa não tem tanta importância quanto as limitações da estrela principal. A abordagem da senhorita Frost para as crises familiares é incrivelmente simplista; seu repertório é tão pequeno que a leva a ignorar questões importantes. Em nenhum momento ela para e reflete sobre o dilema colocado para grande parte dos pais entre a necessidade de trabalhar e de cuidar das crianças ao mesmo tempo; será que a falta de espaços de qualidade e com custo baixos, onde as crianças possam ficar durante parte do dia, tem alguma coisa a ver com esse dilema? Ela nem sequer se pergunta sobre questões psicológicas. As expectativas dos pais são apropriadas para a faixa etárias dos filhos? É possível que alguma coisa mais profunda possa explicar por que os pais reagem ou deixam de reagir a seus filhos da forma que fazem? Como esses pais foram criados quando crianças?

A babá nunca vai além da superfície e suas análises são iguais para todas as famílias. O problema é sempre que os pais não são suficientemente fortes ao controlar seus filhos. Ela não tem problema nenhum com a questão do poder, desde que o poder esteja na mão dos adultos. As crianças são “o inimigo” a ser conquistado. (Em outro programa, chamado Nanny 911, o narrador avisa contra o perigo das crianças “tomarem a casa”; em um episódio as crianças são descritas como “pequenos monstros.”) Os pais aprendem a como fazer seus filhos tirarem uma soneca nesse momento. Não importa se as crianças estão cansadas ou não.

As palavras preferidas das supernanny são “técnica” e “consistência.” Primeiro, ela cria uma rotina – todos vão comer as seis da tarde por que ela disse que é assim – e as crianças recebem uma lista de regras genéricas. Ela está interessada em obediência e ordem, não em aprendizado e reflexão. Então, ao invés de ajudar uma criança a refletir sobre os efeitos de sua agressão nos outros, ela é informada que bater é “inaceitável”; razões e moralidade não entram na conversa. Depois a criança é forçada a ir para o canto do castigo. Depois, a babá ensina o pai a obrigar a criança a se desculpar. As palavras mágicas são murmuradas sob coação. Os adultos parecem felizes.

Para dar um equilíbrio, as crianças são controladas com recompensas e não só com punições. Quem não estava comendo o que (quando ou quanto) os pais gostariam, recebe um parabéns assim que começam – “Bom garoto!” para cada colherada. Claro que eles vão comer mais. Essas crianças estão tão desesperadas por aceitação que vão aceitar o reforço contingente no lugar do amor incondicional que eles realmente precisam.

A filha em um episódio está acostumada que a mãe deite do lado dela na hora de dormir. “Esqueça” diz a supernanny e a tradição é encerrada sem aviso ou explicação. Quando a menina começa a chorar, isso só prova que está tentando manipular a mãe. Mais tarde a mãe confessa: “Eu senti como se estivesse maltratando ela.” “Não desista” pede a babá e em breve as preocupações da mãe se transformam em “Está funcionando; a casa está mais silenciosa” – significando que a menina perdeu as esperanças que a mãe vai se aconchegar perto dela.

Em outro episódio, um menino está brincando com uma mangueira no jardim quando sua mãe chega e anuncia “Acabou.” O menino protesta (“Estou limpando!”) e então ela desliga a torneira. Ele fica chateado e chuta um carrinho. A supernanny com cara espantada diz: “Tudo isso só por que ela desligou a água!” Ela não faz nenhum comentário sobre a forma autoritária e desrespeitosa que provocou essa explosão. Mas também, autoritarismo e desrespeito são suas armas prediletas.

A superficialidade da supernanny não é acidental; é ideológica. Esses shows estão vendendo o “behaviorismo” ou “teoria comportamental”. O ponto principal não é criar um filho; é reforçar ou extinguir comportamentos – o que é suficiente para aqueles que, como B. F. Skinner e seus seguidores, acreditam que não passamos de uma série de comportamentos.

O behaviorismo é tão americano quanto recompensar crianças com torta de maçã. Somos um povo ocupado, com fortunas a ganhar e terras a conquistar. Não temos tempo para teorias ou complicações: gostamos de técnicas que funcionem. Se demitir milhares de empregados aumenta o preço das ações; se a imposição de um currículo padrão e emburrecedor aumenta as notas nos testes; se utilizar subornos e ameaças ajuda a fazer crianças obedecerem, então não é preciso perguntar coisas como: “Por quanto tempo isso vai funcionar? A que custo?”

Quando eu estava pesquisando para escrever um livro sobre criação de filhos, descobri pesquisas impressionantes sobre os efeitos danosos de técnicas como o “canto do castigo”, que são basicamente formas de retirada de amor. Também descobri que os pais que evitam usar controle excessivo e preferem utilizar carinho e a razão, tem mais chances de ter filhos que fazem o que eles pedem – e que crescem e se tornam pessoas responsáveis, saudáveis e com compaixão.

Se você aguentar assistir esses programas de babás, você terá uma boa lição de como não criar seus filhos. Eles nos ajudam a pensar sobre a onipresença do behaviorismo-pop e da nossa sede por soluções rápidas. A supernanny diz com sinceridade para uma dupla de pais: “Eu garanto que se vocês forem consistentes, (seu filho) vai receber sempre a mesma mensagem.”

É claro que vai! Mas que mensagem?

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Copyright © 2005 por Alfie Kohn. Publicado no “The Nation” em 23 de Maio de 2005 e traduzido por Marcelo Michelsohn com autorização do autor.

226 replies
  1. monica says:

    Acho muito triste esta ” educação” que a Supernany adota. Aprendi em uma palestra, e acabei reforçando com o texto acima, que, carinho e respeito, é a melhor educação que se pode dar. As vezes perco a paciência, sim, sou humana, sou mãe, tenho dois filhos, um de 6 anos e uma de 2, me canso, as vezes acho que não sei como educa-los, chego as vezes a me questionar, onde estou errando? Ai me lembro, que não existe a formula perfeita, para a mãe perfeita.
    Sou a melhor que posso ser, e tenho certeza disso, cada vez que ouço : ” mamãe te amo tanto” , ” mamãe deita comigo”, ” mamãe socorro”, ” mamãe me ajuda”, ” mamãe bom dia ou boa noite”, quando vejo o sorriso, a alegria deles, quando ouço o choro, ou vejo seus rostinhos cheios duvidas ou de tristezas, e vejo que eu sou a proteção e o porto seguro deles, são palavras que me enchem de felicidade e expressões que me fazem querer protege-los….
    E quando os vejo dormindo, seguros e felizes…..so agradeço a Deus por te-los em minha e peço ajuda para continuar sendo sempre “A melhor mãe que posso ser” .

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  2. Claudia Megale Adametes says:

    Também gostaria de ver esse título traduzido – é incrivelmente triste que sejamos tão desinformados e que prescindamos de algo tão direto e soimples que é a intuição, afinal, se estivermos atentos, olhos e coração, é certo que perceberemos toda essaviolência, o fato é que, além das tantas distrações em que estamos submersos no dia a dia, nossos sentimentos também foram bastante confundidos na infância. Conheço poucas pessoas que se interessam genuinamente pelo tema educação dos filhos para além do usual. Um dia, vendo uma ‘birra’ da minha filha, então com 4 anos de idade, uma boa e querida amiga me disse “Sabe, você só tem que bater uma vez, mas bem feito – pega bem pelo cabelo e puxa bem forte, pra machucar, não pode só ameaçar. Você só vai ter que fazer isso uma vez, porque senão vc não vai ter o controle quandoela crescer mais”. Fico triste, meu coração aperta. Tem que estar muito perdido pra não ‘sentir’ que isso só pode dar errado! Mesmo assim, às vezes deixamos escapar nossa fera, essa coisa horrível da raiva misturada com todas as nossas frustrações pra cima dos nossos amados filhos. A certeza é a de que somos nós que precisamos nos desprogramar, nos reeducar e aprendermos a realmente AMAR!

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  3. Isabele Vasconcelos says:

    Caro autor,
    Acho sua crítica um pouco infundada, pois primeiramente, de acordo com o Comitê sobre os Aspectos Psicossociais da Saúde Infantil e Familiar da Academia Americana de Pediatria (1998) recomenda o reforço positivo para encorajar um comportamento socialmente adequado e o castigo – sendo ele breve para dar chance a criança se acalmar (que está bem explícito na disciplina proposta pela Supernanny) -, ou a retirada de privilégios para desencorajar comportamentos indesejados. Contudo, o raciocínio indutivo também é considerado um método eficaz para a disciplina.
    Nesse caso da série, como você mesma citou, trata de casos extremos, onde pais perderam total autoridade (não se referindo ao autoritarismo) sobre os filhos, e o que nos deixa bem claro, que seu método rápido se dá pela gravidade da situação, na qual, há casos que o risco de vida se torna evidente e a extinção de comportamentos se torna vital.
    E levando um pouco para a realidade fora das câmeras, crianças que são criadas apenas por disciplinas amorosas tendem a ter uma certa dificuldade às regras, ou até mesmo a forma natural de como “o mundo” realmente se apresentará futuramente, pois quando uma pessoa está em um meio profissional, um comportamento indesejado poderá acarretar em uma punição bem pior do que o cantinho do castigo. Nele também mostra como a atenção aos filhos é primordial para o desenvolvimento psicossocial da criança.

    Particularmente utilizo o mesmo método para criar minha filha e sempre funcionou perfeitamente bem.

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    • Marta says:

      Escreveu tudo o que eu estava pensando. Não vejo razão para tantas críticas. O que deve ser criticado de fato são as crianças sem limite algum que temos hoje em dia. E limite é uma coisa ótima.

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  4. ingred guedes says:

    Gosto desta forma de criar os filhos onde só envolvemos o amor, confiança e explicação das razoes das coisas da vida. Gostaria muito de adquirir uma literatura assim pois estamos carentes deste modelo aqui no Brasil.

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  5. Tiago says:

    Certamente será muito útil a todos nós que queremos uma visão diferente para o desenvolvimento dos nossos filhos. Aguardando ansiosamente a tradução!

    Tiago Andrade

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  6. Alexandra says:

    Excelente!! Ponto de vista que a maioria esmagadora nunca teve sobre o programa da supernanny e, após a leitura desse texto, passa a enxergar e concordar plenamente. Vou colocar o meu livro da Jo Frost à venda e quero a tradução desse livro, já!

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  7. angela says:

    ótimo texto!!! amei conhecer este autor. quero muito que o livro seja traduzido!!!!
    bom ver uma crítica a esta forma de ser e cuidar que nos afeta a todos cotidianamente.

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  8. Paulo says:

    Se a abordagem da supernanny é simplista como diz o autor do texto, não posso afirmar já que sabemos o quanto um programa realizado em vários dias é comprimido em poucas horas para atender ao formato televisivo. Talvez entrevistando as famílias posteriormente e verificando o nível de satisfação delas com a intervenção possa ser um ponto a considerar. Algo me diz que será alto. Mas o que tenho certeza é sobre o a superficialidade do conhecimento do Behaviorismo desse autor. Chega a ser constrangedor.

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  9. Juliana Moreno says:

    Olá
    Quero muito que esse livro (Unconditional Parenting) seja traduzido para o português!
    Tenho ele em inglês, mas a linguagem não é tão simples de ler, ia adorar ler o livro em portugues pra nao perder nada!
    Ate logo

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  10. Isabel Gonçalves says:

    Adorei seu texto. Tentei algumas poucas vezes o método do castigo com minha filha, mas não gostei do que eu estava fazendo com ela, não dessa forma e o diálogo e carinho realmente tiveram um resultado melhor para nós duas. Tenho interesse sim na tradução desse livro. Um abraço.

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  11. Danillo Evaristo Leonardo says:

    Abraham Lincoln disse certa vez algo que pode ser traduzido como segue: ” É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do quer falar e acabar com a dúvida”.
    Respeito todos que gostaram do texto assim como o autor e o tradutor do mesmo, porém só há uma certeza neste texto, a falta de domínio e compreensão de quem o escreveu com relação ao construto teórico Behaviorismo Radical. Sugiro que o autor estude um pouco mais aprofundadamente o tema antes de vender uma idéia sem fundamento. Para finalizar gostaria de dizer que partilho da crítica aos programas citados.

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  12. Álvaro says:

    Vamos analisar com calma e não fazer julgamentos precipitados de teorias… principalmente se não as conhecemos…

    A punição é diferente do reforço negativo. Em termos conceituais, a punição se refere a um desprazer (estímulo) que se faz presente após um determinado comportamento não pretendido por aquele que a aplica, enquanto que o reforço negativo se caracteriza pela ausência (retirada) do desprazer após a ocorrência de um comportamento pretendido por aquele que o promove. Skinner ilustra assim o aspecto anti-pedagógico da punição:
    “O pai reclama do filho até que cumpra uma tarefa: ao cumpri-la, o filho escapa às reclamações (reforçando o comportamento do pai). …Um professor ameaça seus alunos de castigos corporais ou de reprovação, até quem resolvam prestar atenção à aula; se obedecerem estarão afastando a ameaça de castigo (e reforçam seu emprego pelo professor). De um ou outra forma, o controle adverso intencional é o padrão de quase todo o ajustamento social – na ética, na religião, no governo, na economia, na educação, na psicoterapia e na vida familiar(Skinner, 1971, pp. 26-27)
    A punição, neste sentido, não modifica o comportamento de quem a promove, nem – a longo prazo – de quem a recebe (por exemplo, a punição de ser preso não modifica o comportamento anteriormente condicionado e operante do punido).

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  13. Elisa says:

    Adorei o artigo. Fico grata que vc o tenha traduzido. Por favor, traduza também o livro!! =D
    Fui criada com autoritarismo, gritos, ameças, tapas e julgamentos. A casa tinha “paz”, mas não criei vínculo afetivo com os meus pais. Eles queriam acertar, queriam alegria na casa além do sossego, mas não conseguiam entender que as crianças eram só crianças e que na realidade, eles é que estavam fora do auto-controle.

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  14. M.V.Meister says:

    Sempre me pareceu mais um adestramento do que educação o que fazem no programa.
    Aguardo a tradução do livro. Certamente vai ser uma boa leitura!

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  15. Stefania says:

    Fiquei emocionada por perceber que eu não estava tão errada!
    As vezes, a gente se pergunta porque as pessoas não percebem o quanto violento é tratar as pessoas -e aqui, crianças pelas quais vc deve ajudar- como se fossem pequenos imbecis com os quais vc não pode explicar, argumentar e fazê-los pessoas pensantes…

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  16. Paty says:

    Tradução sim!! Sempre tive a impressão de que Cesar e Jojo faziam o mesmo tipo de programa!! Aqui em casa sou toda argumentação: a minha filha já entendeu o que é por favor e normalmente me obedece quando eu peço com carinho. Depois eu a recompenso com um beijinho, mas acho que não há problema em dar mais amor, né??!! ❤️❤️

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  17. Fabiana says:

    Tenho muito interesse em educação respeitosa às crianças. precisamos de mais bibliografia. Seria muito importante ter o livro traduzido! Grata ao tradutor do artigo. Muito obrigada ao autor por permiti-Lo! Aguardamos a tradução completa do livro!

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  18. Richardeson Maia says:

    Prezado Marcelo,

    Muito obrigado por disponibilizar este excelente texto.

    Estou anscioso que a editora de Unconditional Parenting, livro escrito por Alfie Kohn, lhe permita traduzí-lo em sua totalidade o mais breve possível.

    Um forte abraço.

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  19. Janaina says:

    Desde que estava grávida já realizava leituras sobre educação e depois que nosso filho passou a frequentar a escola eu e meu marido começamos a participar da “Escola de Pais” com o intuito de aprendermos mais sobre como educar.
    Somos pais presentes, amorosos e respeitosos, sempre tentamos ensinar, explicando e DEMONSTRANDO o que acreditamos ser correto.
    Acredito que não exista uma “forma única” para educar, mas com todas as literaturas e palestras que lemos ou assistimos nos ajudam a tornarmos pais melhores e consequentemente podermos passar algo de bom para nosso filho.
    Já assisti diversos programas da Super Nany, nos quais na maioria das vezes os problemas não estavam nas crianças e sim nos pais. Acredito que a índole das crianças seja fruto do meio onde vivem… se encontram respeito darão respeito… se recebem amor darão amor!
    Nosso filho tem apenas dois anos de idade, nesse pouco tempo em que nos tornamos pais já erramos e acertamos na difícil “arte de educar”.
    Continuaremos tentando educá-lo com base no respeito e muito amor sem saber o método certo, mas com fé em Deus de que um dia ele se tornará um homem reto, respeitoso pelos seus pais e pelo próximo, que ame e respeite a natureza, que reparta amor e gratidão.

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  20. josiane says:

    Confesso que gostava muito do programa da super nanny, pois tenho problemas com rotina. O programa dava dicas e eu achava muito bacana, interessante.
    O canto da disciplina (pois ela não cita a palavra castigo), eu achava interessante, onde os pais não gritam, advertem primeiro e depois aplica caso a cça não obedecesse.
    Mas, fiquei curiosa e interessada NA TRADUÇÃO DO LIVRO PARA O PORTUGUES.

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  21. Ana says:

    Ja imaginava tudo isso sobre a supernanny quando comecei a me familiarizar com o trabalho do Alfie Kohn. Tambem tenho interesse na traducao do livro.

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  22. Nice says:

    Eu confesso que, antes de ter filhos, mas já planejando tê-los, assistia muito à Supernanny, pensando que estava aprendendo a criar meus filhos. Achava que teria as soluções para todos os problemas que porventura surgissem! Ainda bem que com a maternidade vieram mais informações e o sentimento de que aquilo não estaria certo. Infelizmente, meu marido é fã do behaviorismo na criação dos filhos e muito difícil fazê-lo entender ou pensar o contrário!
    Adoraria ter o livro traduzido!

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  23. Rosana says:

    Ótima crítica ao programa, eu também me questionava sobre algumas condutas, mas não tinha parado para refletir tão claramente.
    Obrigada.

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  24. Nine says:

    Confesso gosto,demais do programa! Respeito todas as opiniões e gosto de ouvir quem pensa diferente, pois isso pra mim é enriquecidor. Não sou uma leiga e já li muitos livros de desenvolvimento, psicologia, etc. Adoro estudar. E posso afirmar q mts das técnicas q ela ensina já me ajudaram muito. Acho a Jô fantástica, ela aplica disciplina de uma forma simples mesmo, objetiva, de uma forma q a complexidade de cada criança consegue compreender. E ela é amorosa, empática, defende a criança quando há somente autoritarismo. Hj uso o canto do castigo raramente, pq já é possível conversar e as minhas filhas entenderem, e obedecerem, mas foi importante os métodos simples e rápidos. Claro que além dos castigos, se necessário for deixá-las frustradas, eu tb sou muito amorosa, carinhosa, presente, de sentar no chão, deixar de trabalhar alguns turnos pra ser efetivamente só delas… Bom, até agora, posso garantir q são crianças equilibradas, felizes, mt ativas, e q dizem o q pensam, mas de forma respeitosa. Pq eu as respeito, muito, e tb exijo isso. Por fim, adoraria ter a tradução do livro original q o blog recomenda!

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  25. Ricardo says:

    Concordo em partes com o texto, acho muito superficial a sua explicação sobre Psicologia Comportamental, mas acredito que tanto o castigo como o parabéns são derivados da “ação e reação”. Acredito mais na criação de ambientes que não incentivem tais comportamentos. Não é simples mas lidar com uma pessoa que acabou de chegar ao mundo é complicado, vincular ações boas a parabéns é ilusório no mundo real, existem regras, é social, é cultural e é complicado. rs.

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  26. clarissa homsi says:

    Marcelo, passando uns dias com a família, primos e seus filhos, vi como será sensacional ter esse livro em português! Espero que os editores se animem já! Essa ferramenta me parece cada vez mais urgente! abs

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  27. Eneida Melo says:

    Confesso que já fui fã da Supernanny. Espero me atualizar o suficiente antes que meu filho chegue a precisar. Aguardo a tradução do livro.

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  28. anna karina says:

    Muito legal essas dicas, realmente o que essas babás fazem é adestrar, as crianças e não educar.
    Gostaria muito de ver o livro traduzido!

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  29. Jonatas says:

    Olá! Gostaria de saber de onde você tira suas referências sobre o Behaviorismo de Skinner. As suas frases de extremo senso comum não condizem com o que a Análise do Comportamento propõe. Vc ao menos sabe como Skinner define o que é comportamento? Além disso, não existe aplicação da técnica pela técnica como você deu a entender. A pessoa não é deslocada do contexto que está inserido, muito pelo contrário. Se você tivesse lido e entendido a proposta do Behaviorismo Radical não diria este tipo de coisa.
    Não estou aqui me referindo às questões do problema, mas somente ao comentário infundado que você fez o Behaviorismo Radical que certamente são motivados por desconhecimento da teoria ou pura desonestidade intelectual. De qualquer forma, uma informação, se você pesquisar, vai descobrir que a Jo Frost não é psicóloga e nem analista do comportamento…

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  30. Josoé says:

    Apenas gostaria de frizar que os programas citados não estão totalmente errados, disciplina e ordem são importantes, acho que o que falta é a palavra equilíbrio, nem só disciplina e nem só permissionismo ou concessões, tenho 4 filhos e se eu vivesse de permitir a eles fazerem o que quizessem nossa vida em família seria impraticável, crianças são sim seres com necessidadde de atenção e até egoístas, “isso é meu”, “eu quero aquilo” para quase tudo o que viu pela primeira vez, daí da necessidade de ensinar a criança a esperar, compartilhar e ceder; eu disse ensinar, não simplesmente puni-los, os programas citados tem um apelo extremo, mas nós somos culpados por isso, nós consumimos isso, quase qualquer forma de sensassionalismo é fórmula garantida de sucesso se comaparado a um programa mais ameno, que demore mais a mostrar resultados e por ai vai, os telejornais sensassionalistas e sua audiência assustadora são prova disso, se querem criticar a super nany isso é uma escolha individual, mas usem seu senso crítico para ver que também há algo a se aprender com a “disciplina inglesa” para se criar filhos. Abraço

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  31. Patricia says:

    Parabéns pelo blog! Adoro ver seus comentário. Muito interessante perceber que podemos agir melhor em diferentes situações. Ser mãe não e fácil!! Tenho interesse na tradução do livro.

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  32. Camilla Rodrigues says:

    Muito bom!
    Confesso que, como muitos, ja assisti alguns episodios de Supernanny e trouxe p criação do meu filho certos mandamentos, como o “canto do castigo”, julgando ser a melhor coisa, realmente. Mas por esse ponto de vista mostrado pelo livro, pude enxergar de outra forma e por isso gostaria de sua ttradução, p ter acesso a mais informações.. ele parece ser muito interessante!!

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  33. Andreia says:

    A difícil arte de educar os filhos. Acho que é o grande dilema dos pais hoje: querer fazer tudo do jeito certo da melhor maneira. Mas cada vez descobrimos que o que antes achávamos certo, já não é mais. Gostei do texto, ótimo ter pessoas que queiram ajudar e contribuir com informações e pontos de vista. Mas não existe fórmula mágica…..Deem amor aos seus filhos, valores, ética. Preparem para que vivam em sociedade….respeito às pessoas e ao meio ambiente. Comecem tendo um ambiente saudável dentro da própria casa onde eles vivem. Meus pais erraram e acertaram na minha educação. Mas estou aqui. Sobrevivi e está tudo bem. A informação é importante, mas todo excesso é nocivo.

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  34. Fernanda says:

    Sim, gostaria de ver o livro traduzido! Tudo que nos faça pensar em nos tornar melhores pais, será muito bem vindo para nossos filhos.

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  35. Josi says:

    Atualmente encontramos cada vez mais informação da melhor maneira de educar os filhos. Não existe fórmula certa para nada. A cultura de um pais , a maneira q os pais foram criado, suas crenças e reais desejos da paternidade influenciam nas escolhas. Nada é tão certo q não possa ser modificado. Será interessante ler sobre esse livro! Obrigada!!!!!

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  36. Milena says:

    Texto barato… Críticas e críticas com 3 ou 4 linhas de sugestões. É incrível que NINGUÉM tenha pensado como eu, ou seria selecionado o que é postado? (Com certeza, a segunda opção, talvez essa seja colocada para criar a sensação de “todos são postados”). É muito fácil criticar e não oferecer nada em troca, assim até eu escrevo livros… Acredito que o programa mostre “dicas”, ideias e que cada pai vai optar na melhor forma de educar. Os programas que assisti sempre levaram em conta a situação da criança, sempre foi cobrado dos pais dar atenção aos filhos sim e amá-los incondicionalmente. E SEMPRE é explicado as crianças o que vai acontecer, porque ela vai dormir sozinha, porque ela não vai merecer tal benefício etc. Graças a pais que deixam os filhos fazerem o que querem que muitos não respeitam nem mesmo os professores, médicos ou os mais velhos e até pior, infringem as leis achando que tudo é possível. Já vi (e você também sabe), jovens colocando fogo em indigentes e sendo protegidos pelos pais com muito amor e “compreensão”… Bater não é certo, exigir opinião própria também não, mas o programa nos dá opções, até porquê poucos terão a chance de ter uma pessoa em casa para dar dicas de educação. Lamentável ver um autor que utiliza seu tempo em criticar… Fico imaginado como consegui chegar até o final da leitura, acho que eu esperava ler algo que valesse a pena. Não tenho interesse algum nesse livro. Desejo que meus filhos convivam com outras crianças que tenham pais mais educadores e libertadores do que pais que aprovem a libertinagem e a falta de respeito com o próximo.

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    • Denise Lourenço says:

      É isso Milena… Escrevi um pouco antes de você e concordo com você. Só podemos criticar depois de uma boa análise da proposta do programa. A primeira impressão que tive do programa foi realmente a de questionar se as técnicas empregadas eram de fato corretas porque, como psicóloga, sempre estou aberta a novas idéias sobre educação. Percebi a técnica behaviorista empregada e considerei um tanto forte, mas seguramente correta, devido a situação caótica da família. Aos poucos assistindo os outros episódios, pude perceber que se tratava de um tratamento de choque para famílias desestruturadas. E realmente, nesse caso a psicologia comportamental oferece alguns recursos que podem ajudar aos pais na educação de seus filhos.

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    • Natalie Catuogno Consani says:

      Milena,

      todo o blog do Marcelo e o tipo da maternidade/paternidade que ele (e muitos outros) ajuda a divulgar são as alternativas à falta de respeito da Supernanny. Não vejo como a crítica ficou sem uma alternativa. Você já leu o blog mesmo? Conhece Carlos González? Laura Gutman? Ana Thomaz? Comunicação não-violenta? Essas são as alternativas. O que essa gente toda propõe, com contraposição às ideias da supernanny, é que as crianças, independentemente da personalidade, só se manifestam dessa forma “sem limites” e agressiva porque estão descontentes, desconectadas, sentindo desrespeito ou outras emoções com as quais não sabem lidar. Se optarem por pegar o atalho proposto pela supernanny, os pais vão apenas maquiar a desconexão e bola para frente. Com mais desrespeito e desconexão, aliás.

      Explicar para a criança uma coisa (te amo incondicionalmente) e fazer outra (afastar a criança, não conversar com a criança porque ela “errou”) dão duas mensagens opostas e excludentes. Em qual delas a criança vai acreditar?

      Só mais uma coisa: educar amorosa e respeitosamente não tem nada a ver com não dar limites. Não sei dos casos que você relata (de crianças que não respeitam nada nem ninguém. eu não conheço nenhuma criança assim, e olha que convivo com várias!), mas na maioria dos casos o que falta às crianças são pais presentes, amorosos e respeitosos, que não deleguem a educação deles à escola nem digam “não” pra qualquer coisa.

      As crianças são pessoas. Merecem ser tratadas com o mesmo respeito que qualquer outra pessoa. Não e porque você tem a responsabilidade de ensiná-las que pode humilhá-las, submetê-las e subestimá-las. A supernanny parte do (horrível) pressuposto de que as crianças não entenderiam se não fosse na base da porrada (ainda que psicológica). Eu parto do pressuposto exatamente oposto.

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      • Milena says:

        Natalie,
        Eu vejo que a crítica foi sem alternativa sim, esse é o meu ponto de vista, você tem o seu e pode coloca-lo mais adiante como vários fizeram. Considerei uma imposição seus argumentos. Afinal, eu li o texto e assim considerei. Entendo que os comentários servem para expressar ideias a favor ou não. Mas o foco, sempre deve ser o texto principal do blog.
        Em momento algum a opinião do “Marcelo” foi dita por mim ruim. O texto (do livro) é sem alternativas, ele é ruim, se o livro for assim, somente com críticas, considero ruim. É o que eu penso, baseado em programas que assisti e inúmeros livros que já li.
        Se eu li o blog inteiro? Não, não li, não tive tanto tempo assim, pois acabei de descobrir o mesmo. Os 3 autores que você faz questão de citar, não li seus livros, mas isso não me faz incapaz de opinar, pois já li uns outros 20 livros sobre educação e nenhum deles me tornou uma pessoa que educa com castigos ou que deixa a criança triste, sem entender o que está acontecendo e incapaz de opinar como ser vivo…
        Comunicação não-violenta, sim, já li, gosto do assunto, mas não vou me demorar aqui.
        Com certeza, os problemas das famílias selecionadas no dito programa, são famílias com problemas sérios, os quais muitas vezes precisam de um tratamento mais firme. É óbvio que os métodos utilizados devem ser analisados. Vários dias não se mostram em 30min ou 1h na tv e pais com o mínimo de noção sabem disso.
        Em momento algum considerei educar com limites é “sem amor e respeito”. Algo foi mal interpretado por sua parte.
        Crianças mal educadas, sem limites e sem direção, é indiscutível, temos sim, se você não as conhece, precisa aprofundar seus trabalhos voluntários nos lares, você vai se apavorar com o que existe por aí. Se todos fossem super educados, super amados, super conscientes, os livros e textos a disposição não fariam sentido e não seriam vendidos.
        Muito bem, acredito que debates são sempre válidos, desde que ninguém, queira “empurrar de goela a baixo” sua própria opinião. Além de toda escrita exigir, extremo cuidado do leitor.
        O pouco do blog do Marcelo que li, é bom, o livro pra mim, é ruim.

        Reply
        • conexaopaisefilhos says:

          Oi Milena, obrigado pelos seus comentários. Só uma informação: o artigo não faz parte do livro. O livro é cheio de citações de pesquisas e de exemplos de uma forma diferente de se lidar com as crianças. Estou à disposição se quiser conversar mais sobre esses temas. Abraços, Marcelo.

          Reply
          • Milena says:

            Olá Marcelo,
            agradeço imensamente seu apoio e maturidade ao ler minha crítica com relação ao SEU artigo, achei que era tradução do livro, um capítulo qualquer… Espero que você tenha compreendido meu ponto de vista, lamento se fui indelicada com você.
            Li alguns outros textos e gostei bastante, parabéns pelo seu trabalho. O mundo precisa mais de pais assim, digo pais homens mesmo, pois muitas vezes a “obrigação” de educar recai sobre a mãe, lamentável…
            Um grande abraço, sucesso!!!

  37. Denise Lourenço says:

    Não sou behaviorista, mas acredito nas técnicas comportamentais como ferramentas em diversas situações, tais como: birras, descontrole emocional, síndrome do pânico, fobias em geral… O autor do texto está certo em dizer que “o ponto principal não é criar um filho; é reforçar ou extinguir comportamentos – o que é suficiente para aqueles que, como B. F. Skinner e seus seguidores, acreditam que não passamos de uma série de comportamentos.” Mas o que deve ser revelado e não foi, é que esse tipo de tratamento psicológico funciona e muitos já se beneficiaram, tem vários artigos que confirmam.
    Apenas devemos perceber que o objetivo do programa é o de ajudar famílias totalmente desestruturadas. E para isso é preciso fazer algumas mudanças, muitas vezes consideradas radicais, mas que na situação em que as crianças se encontram (rebeldes, birrentas e sem limites), não tem como dialogar com elas usando técnicas mais suaves.
    Nós sabemos que existem crianças mais calminhas e outras mais “pestinhas” que não tem diálogo que dê jeito, e como lidar com as duas da mesma maneira? Muitas mães acreditam que um “tapinha não dói”, mas o “canto do castigo” que foi considerado tão nocivo, é a melhor substituição para esse tapinha que pode vir a ser um tapão dependendo do estado emocional dos pais no momento da birra. É claro que, como pais preferimos utilizar carinho e atenção, mas sabemos que nem sempre é assim tão fácil!
    Enfim, quero deixar a minha contribuição e enfatizar que devemos considerar as técnicas que podem funcionar para diferentes situações… “Cada caso é um caso!”

    Reply
  38. Valeria Berriel says:

    Incrível o que a TV continua a causar … sempre achei os programas de supernanny um absurdo. Me marcou o dia em que vi a mãe tentando fazer a criança dormir em sua cama, a mesma sentada no chão de costas, e a filha desesperada! Um horror, que pena que as pessoas se deixam levar por padrões. Deveriam seguir mais o coração. Obrigada por dividir seu conhecimento conosco! E que venha a tradução ….

    Reply
  39. Henrique says:

    Gostei muito do artigo. Também acahva que a Supernanny tinha algo a nos ensinar. Vejo que não… E concordo com os argumentos. Gostraia muito de ver o livro traduzido para o Português.

    Reply
    • Immaculada Schirmer says:

      Hoje sou avó de seis e sei que errei em muitas atitudes em relação aos meus filhos quando eram crianças, por falta de boas orientações. Por isso acho importantíssimo a tradução desse livro para que milhares de outras mães possam se informar melhor sobre como educar seus filhos. Com o conhecimento que adquiri na vida, ouso dizer que quaisquer que sejam as boas regras ensinadas, o mais importante será revigora-las com muito AMOR e EQUILÍBRIO, sempre!

      Reply
  40. Ana Flávia Lobo says:

    Muito interessante, tenho uma filha de 10 anos, criada na base do amor e companheirismo, nunca precisei aumentar o tom de voz com ela, gostaria muito da tradução deste livro.

    Reply
  41. Marcelo - Conexão Pais e Filhos says:

    Quero agradecer a todas e todos que fizeram comentários demonstrando interesse pelo livro. Já entrei em contato com o autor e enviei um email para a agente literária dele. Assim que eu tiver mais notícias, aviso. Provavelmente eu vou traduzir e publicar o livro em formato eletrônico em um primeiro momento.
    Abraços,
    Marcelo (Pai e idealizador do Conexão Pais e Filhos)

    Reply
  42. Vanessa Oliveira says:

    Na casa do meu pai é assim, eu tenho irmão de sete anos adotado que vive em regime militar, cheio de regras, e quanto mais eles berram com o menino, mais mau educado ele fica, daí meu bebê nasceu, e eles queriam impor regras absurdas pra mim, que eu tinha que deixar o neném chorar, que eu não posso ficar com ele no colo, se eu vejo que todo esse autoritarismo só está deixando meu irmão cada vez pior, tudo pra ele é uma droga, não presta, o moleque não tinha nada, vivia num abrigo, hoje tem até playstation e não sabe ser grato pelo que tem.

    Meu filho vai poder brincar, sujar, vai aprender que as atitudes dele geram consequências e na base do amor e do diálogo vou educá-lo, não na base da cinta e do berro. Se funcionasse, beleza, mas vejo que não funciona e pra piorar, eles culpam o menino de hiperativismo, com desculpa pra socar remédios nele para mudar o comportamento… Deus livre meu filho dos avós!!!

    Preciso deste livro urgente!!!!

    Reply
  43. Talitha says:

    Muito bom o texto! Obrigada pela tradução Marcelo :.) !

    Eu adoraria ler o livro em português!

    Amei o novo nome do blog! Parabéns!

    Reply
  44. Gláucia Saraiva says:

    Gosto de assistir a Supernanny e tentei por algumas vezes aplicar o cantinho do pensamento, mas ao conhecer a metodologia e a historia da Maria Montessori confesso que tenho analisado com mais cuidado esse tipo de programa. tenho interesse em ter uma copia da tradução do livro.

    Reply
  45. Talitha says:

    Marcelo, as poucas vezes que vi esse programa senti um incômodo mas não sabia explicar o motivo. Esse artigo me deu totalmente a resposta a essa pergunta que estava ali sem resposta. Obrigada :.) !

    Eu adoraria ler o livro em português!

    Amei o novo nome do blog! Parabéns!

    Reply
  46. Tereza Jardim says:

    Ainda não sou mãe, mas pretendo criar com meu noivo um lar estabelecido sobre amor, respeito e empatia. Há bem pouco tempo, era dessas que batia no peito pra dizer que apanhei e nunca fiquei traumatizada. Não sei se foi a terapia (faço há dois anos), mas de alguma forma comecei a perceber que não gostaria de educar meus filhos a me obedecerem por medo de castigo, seja vindo de mim ou de Deus, por exemplo. (Sim, sou cristã, mas minha fé não se baseia em medo de castigos)

    Comecei a ler sobre disciplina positiva em grupos e blogs, e conversar com amigos que quebraram o ciclo da educação com palmadas, e hoje tenho certeza de que é como quero que nossos filhos cresçam: com amor, carinho, aprendendo a lidar com os próprios conflitos de emoções.

    E sim, claro, tenho interesse no livro!

    Reply
  47. Juliana Cerqueira says:

    mt boa as colocações, eu trabalho com educação infantil e percebo e os pais, familiares e educadores (me incluo) às vezes ficamos mt perdidos em relação a determinados comportamentos e precisamos de mais orientações que não sejam “adestramentos”. Será mt bem vinda a tradução desse livro, na torcida.

    Reply
  48. Irene says:

    Muito obrigada pela tradução desse artigo! E pela “briga” em fazer com que a editora venda o livro traduzido por aqui.
    Se for, certamente comprarei, assim como muitas pessoas!

    Reply
  49. Tatiana says:

    Ótimo texto. Obrigada, Marcelo! Eu pagaria caro pra ler a tradução do livro!!! Estou com a versão em inglês há meses e embora me pareça um livro precioso, meu inglês macarrônico não me permite sair do primeiro capítulo…

    Reply
  50. Regina says:

    Tb tenho muito interesse na tradução do livro!
    E adoro seu blog!
    Obrigada por ajudar muitos pais a se questionarem sobre como ajudar a criar filhos…
    Bjs

    Reply
  51. Aline says:

    Quero muito a TRADUÇÃO! E eu achando que a Super Nanny era o máximo.
    Já fiz algumas várias coisas que ela sugeriu com meu filho, bom espero que eu me torne uma pessoa e uma mãe melhor, que não erre tanto.
    Obrigada

    Reply
  52. karina says:

    Toda essa conversa é muito interessante…
    Mas acho q o q tem levado nossa juventude a uma desordem e ao desrespeito, acredito ser culpa de pais permissivos e dispostos a fazer diferente de q nossos pais e avos fizeram…
    Acredito q o q falta sim é mais autoritarosmo e imposicao sim de algumas coisas no dia a dia das criancas. Nao sei com vcs, mas fui criada assim mas na minha sala de aula por exemplo, gostando ou nao respeitavamos nossos professores. Autoridade é o q falta hoje!!!!!!!

    Reply
  53. Carol Rodrigues Piccini says:

    Marcelo, parabéns pelo blog! Acompanho suas reflexões e estou reverberando em todos os aspectos da criação das minhas filhas! Grata pela sua generosidade!
    Com certeza tenho interesse na tradução deste livro!
    Abs

    Reply
  54. Cintia Paludo Rodrigues says:

    Fui recomendada por uma amiga em comum e achei o texto fantástico. Muito obrigada por dividi-lo traduzido em seu blog. Isso vai de encontro com tudo que acredito na educação de filhos. Tenho muito interesse em ver esse livro traduzido mas não entendi onde devo assinar.
    Parabéns pela postagem.

    Reply
  55. Flavia Sbragia says:

    Olá Marcelo,
    Como sempre outro ótimo texto. Tenho interesse na tradução do livro. Não gosto da maneira tradicional que estamos “acostumados” ou quem sabe acondicionados a lidar com essas questões entre pais e filhos. Quero muito aprender a lidar dessa outra forma, que eu acho mais justa com todos. No entanto ainda tenho muito o que saber para poder sair dessa condição retrógrada com meu filho, em certos momentos até acho que estou indo pelo caminho certo, mas em outras ocasiões fico com dúvidas de como devo me portar, o que eu devo fazer. Aguardando ansiosamente a tradução!!
    Parabéns!!

    Reply
  56. Camila says:

    Olá Marcelo !
    Parabéns pela excelente iniciativa de traduzir este texto tão profundo, reflexvo e importante !
    Nossa este texto é um grande tapa na cara..
    Confesso que eu gostava deste programa, antes de virar mãe..
    Faz muito tempo que não assisto..
    Mas olhando por este outro lado, realmente me sinto péssima de um dia ter achado bom !
    Mas , é como o autor disse, somos manipulados !
    Este texto veio bem a calhar, pois hoje fiz a rematricula da minha filha na escola, e lembrando da ultima reunião de pais, foi dito que algumas crianças ficam no cantinho para pensar, quando mordem ou batem no amiguinho.. Fiquei horrorizada com isto, mas não sabia o que dizer, qual alternativa sugerir…
    Pergunto : o que fazer ao invés do castigo ?
    Como minha filha ainda é pequena (1ano e 10 meses) não consigo “prever” se uma conversa resolveria um caso de bater, morder, etc.. EU acredito que sim , mas como fazer os outros acreditarem ???
    Como eu posso chegar na escola da minha filha e falar que existe outra saída ? Qual é esta outra saída ?
    Desculpe as perguntas, o desabafo, mas acho que veio muito a calhar..
    E sim, tenho interesse na tradução do livro !!

    Reply
  57. Ariane says:

    Muito bom. Eu gostava de Supernanny até começar a ler mais sobre relação pais e filhos e ser mãe. Gosto muito de Laura Gutman e cada vez mais gosto da pedagogia waldorf. Fiquei bem interessada na tradução deste livro. Abraço.

    Reply
  58. Danila says:

    Eu nunca gostei de Supernanny, nunca soube explicar exatamente o motivo… Eu sempre achei importante as crianças obedecerem e respeitarem seus pais e pensando nisso achava que o programa estava “certo” mesmo não conseguindo assistir… agora com esse texto entendo o que me incomodava, a questão não é as crianças obedecerem e respeitarem mas sim a forma como ela conduz para que isso aconteça!! Achei o texto excelente e tenho sim interesse na tradução!!
    Parabéns pelo trabalho!!!!

    Reply
  59. Olívia Trindade says:

    Paola, não sei se vc vai ler o meu comentário, mas pq vc acha que essa maneira de criar seus filhos (com vc, sua mãe e sua vó juntas e o pai morando em cidades diferentes) é a fómula do caos?
    Minha mãe se separou do meu pai qdo eu tinha apenas 1 ano, ficamos morando com meus avós meus tios e meu pai era muito ausente. E posso dizer que tive uma excelente formação como indivíduo, como pessoa… MInha família sempre foi muito unida e essa foi a chave para que eu me tornasse um indivíduo crítico, questionador, solidário… Acho que o que importa é o amor, o carinho, o cuidado que vc e sua família tem com seus filhos… Família tradicional nunca foi sinônimo de felicidade! Pense nisso!!!
    Fórmula do caos só se vc quiser!!!

    Marcelo, também tenho muito interesse na tradução do livro “Unconditional Parenting” do autor Alfie Kohn.

    Adorei o texto!!!
    Abraços!!!

    Reply
  60. Gabi Werner says:

    Bom aprender essas coisas com o Max bem pequeninho. Tomara que a gente não erre tanto, para que ele se torne uma pessoa autoconfiante.
    Tenho interesse no livro.
    Forte abraço.

    Reply
  61. \Paola says:

    Muito bom.
    Eu assistia esses programas as vezes, não que concorde com tudo, mas as vezes eles passam algumas dicas úteis.
    Tenho problema na criação dos meus filhos (uma menina de 4 anos e um menino de 3 anos), sou separada do pai deles, trabalho em outra cidade, moro com minha mãe e minha vó… ou seja, a fórmula do caos. Creio que ter esse livro, possa ser de excelente uso para nós!

    Reply
  62. Larissa Carneiro says:

    Muito bom! Eu tb sempre fiquei incomodada com esse programa da Supernanny, tinha certeza que não era o caminho ideal, mas o formato “família caótica se transforma como num passe de mágica em uma família feliz” é difícil de constestar.

    Tenho muito interesse em ver esse livro traduzido! E conheço várias mães que também adorariam ter esse livro em português!

    Marcelo, acho q nunca escrevi por aqui, mas tem aproximadamente 2 meses que acompanho seu blog. Li todos os posts, eles mudaram muita coisa aqui em casa. Sou extremamente grata por ter te encontrado! Parabéns pela iniciativa do blog, por compartilhar seu caminho em busca de uma criação com conexão e amor. É um lindo processo, inspirador!

    Quando vc for instrutor do curso Parenting by Connection, me avisa, vou querer fazer o curso!

    Reply
  63. Adalzira Regina says:

    Obrigada Marcelo, gosto muito de seus textos!
    A tradução do livro contribuiria para o desvelar de pais que são manipulados pela mídia do consumo.
    Sou mãe de um menino de 1 ano. Confesso que assisti alguns episódios pensando que pudesse ser algo realmente educativo. Porém, desde o início fiquei incomodada com as atitudes e com o que estava por trás delas. Quero criar meu filho com liberdade criativa e de expressão. Não acho legal essa coisa de castigo e de autoritarismo. O adulto manda e a criança obedece? Como assim…É claro, somos tão maiores fisicamente, que logicamente, as crianças ficam intimidadas e acabam obedecendo por medo. Quero, sim, que meu filho me respeite POR AMOR e não por medo, assim como eu o respeito porque o amo. Dizem que as crianças de hoje são diferentes, mais agitadas e que dão consequentemente mais trabalho. Pode até ser, mas acredito que isso ocorra por conta de tantas possibilidades de estímulo e fontes de aprendizado que temos atualmente em nossas mãos. O que é bom! Muito bom! E que precisamos aproveitar ao máximo e estimular que nossos filhos tenham liberdade para experiênciar, sem punições, sem amarras. O importante é que os pais acompanhanhem esses momentos estando presentes na vida e no caminhar de seus filhos.

    Reply
  64. VanessaD says:

    Todas as vezes que assiti, mesmo antes de me tornar mae, sempre achei o programa muito parecido com aquele outro de como domesticar cachorros. O mesmo formato de programa, abordagem.
    Me lembro exatamente o encantador de cachorros segurando uma coleira, e quando o cachorro sai da “linha permitida” ele o puxa, mostrando quem esta no comando.
    Que triste.
    Tenho interesse no livro traduzido.

    Reply
  65. Larissa says:

    Tradução já!!!
    Ótimo texto. Em algumas ocasiões assisti a episódios da Super Nanny e várias coisas me incomodavam, embora eu não conseguisse muito bem explicar… Afinal, as “técnicas” funcionam!! Será? A custo do que? Em detrimento de quem? O texto traz muito bem essas reflexões.
    Outra coisa que sempre me vinha e me vem à cabeça é o quanto os pais e mães estão perdidos, inseguros e não têm parâmentros para tomar suas decisões de como lidar com seus filhos. Na maioria das vezes eles sabem o que NÃO querem fazer (um modelo muitas vezes ainda mais violento, que veio de seus próprios pais), mas não encontram um caminho diferente… Por isso a Supernanny aparece como uma salvação e ganha tantos adeptos… Fica evidente pra mim o quanto os pais e mães precisam ser acolhidos, o quanto eles se sentem perdidos e, assim como seus filhos, precisam de amor e limite. Embora de maneira bem equivocada, a supernanny traz esse acolhimento aos pais, olha para as crianças, “organiza” (ainda que superficialmente e externamente) o caos interno daquele sistema familiar.
    Gratidão, Marcelo e Regiane por nos mostrarem outras possibilidades de escolhas… eu continuo tentando construir as minhas.
    E que venha a tradução completa para que muitas mães, pais, avôs, avós, professoras… possam ser “contaminados”!

    Reply
  66. Mariana says:

    Parabens, Ma! As vezes tendemos a ir “no automatico” e seguir as formas que parecem funcionar…. E eu constantemente me pego pensando em como tiramos, no dia a dia, a sensibilidade, criatividade e espontaneidade de uma crianca. Vou rever meus metodos. Valeu!!!

    Reply
  67. Cristiano says:

    Confesso que achava Supernanny legal. Talvez tão legal quanto aqueles outros programas de adestramento de bichinhos de estimação em que fazem um cachorro bagunceiro ficar obediente “logo após os comerciais”. Muito legal ter agora, através do blog e dos textos recomendados, um ponto de vista mais abrangente sobre a educação de crianças que não seja somente baseada em rotina, punição e recompensa, que formem seres humanos prontos para tomarem boas decisões e não simplesmente pessoas obedientes. Tenho interesse em ver o livro traduzido.

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  2. […] Esse é o segundo artigo do Alfie Kohn que traduzo. Desta vez ele discute não só os problemas gerados com o uso dos castigos, como também ao usarmos reforços positivos como elogios ou prêmios. Antes de entrarmos no texto, gostaria de fazer algumas considerações, com base nos comentários que recebi ao traduzir o primeiro artigo, “Péssimos Conselhos da Supernanny”: […]

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