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Mãe: criadora de universos

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“Após oito semanas, o óvulo fecundado se transforma em embrião e depois em feto. Durante esse breve período, a célula inicial dividi-se e multiplica-se oito mil vezes por si mesma a uma velocidade constante. (…) A energia que propulsiona esse crescimento do sistema nervoso durante as primeiras oito semanas de gestação é de uma pujança tal que, se continuasse neste mesmo ritmo, num espaço de nove meses de gestação, o cérebro do bebê teria a dimensão do Planeta Terra. Se poderia dizer que é a mesma força que fez nascer os sóis, as galáxias e o universo inteiro.” (Alejandro Jodorowsky & Marianne Costa – Metagenealogia)

Deixe-se invadir pelo parágrafo acima.

É quando leio algo assim que minha sensação de deslumbramento pela Vida aumenta.

É diante de algo tão grandioso, que algo como o dia das mães, dos pais, das crianças perde o sentido pra mim.

Eu acredito que a mãe, o pai, os filhos, a vida devem ser celebrados todos os dias na hora em que acordamos e abrimos nossos olhos.

Ao invés do nosso primeiro pensamento ser: “Será que tem algum email importante?”  criei uma espécie de mantra ou oração ou pensamento (chame do que quiser) que vou incorporar a partir de agora na minha vida. Espero que te inspire a criar a sua!

“Que maravilha ter mais um dia para viver. Que bom que tenho uma mãe e um pai que se uniram por amor e permitiram que eu chegasse a esse mundo através deles. Que bom ter encontrado uma companheira que é uma mãe incrível e que me possibilitou ser pai. Que bom ser pai de dois seres, que vieram a esse mundo através de nós dois (eu e minha companheira). Hoje, assim como todos os dias, é o nosso dia, pois é mais um dia em que a vida nos atravessa.”

Mas, se para você esse dia é especial, então eu te desejo um feliz dia das mães, cheio de conexão!

Um grande beijo,

Marcelo

1 responder
  1. Mônica Calderano
    Mônica Calderano says:

    Ei Marcelo! Sou antiga leitora sua, e fui muito inspirada pela sua proposta de conexão… Muito mesmo. Estou há alguns dias tentando te enviar um e-mail – porque imaginei que o comentário aqui não seria o lugar ideal pra isso – mas não consigo, o formulário de contato não abre pra mim. Então me perdoe por escrever por aqui mesmo… Há pouco mais de dois meses comecei a publicar alguns escritos meus e, embora caminhem de forma diferente do seu site, o resultado é influenciado por muito do que li aqui – dentre outras experiências, é claro. E aí eu queria te convidar pra uma leitura, o que muito me honraria… Deixo aqui dois links – um que cita diretamente o seu site, numa defesa do direito de chorar (http://www.equilibrosa.com/blog/2015/4/17/pelo-direito-de-chorar), e outro mais recente, inspirado por pais que, como você, assumem suas responsabilidades de forma real (http://www.equilibrosa.com/blog/2015/5/21/no-ele-no-me-ajuda). Esse último caiu na rede, tem atraído muita gente ao blog. Como disse já, sua leitura me deixaria feliz. Obrigada por toda a inspiração!

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