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É Proibido Chorar!: Como A Sociedade Abafa Esse Processo de Cura Natural

(Esse texto, escrito pela Marta Taquá Estela, nos mostra sua presença firme e amorosa para apoiar sua filha de quase 4 anos a extravasar emoções estagnadas. Marta utiliza essa história para questionar porque o choro incomoda tanto e como a sociedade tenta abafá-lo. Para entrar em contato com a Marta, escreva para marta_estela@yahoo.com e conheça o trabalho dela de produção de wrap slings  (carregadores de bebês) na página do facebook chamada Amor de Pano.)

É Proibido Chorar!: como a sociedade abafa esse processo de cura natural

Quando comecei a ler sobre Criação com Conexão a seguinte prática fez bastante sentido para mim, na relação com minha filha: quando perceber que a criança dá sinais de desconexão, manter um limite e ajudar a criança a lidar com ele, extravasando suas emoções para criar a conexão novamente. Leia mais

Limite na Hora de Trocar a Roupa

(Esse texto foi escrito pela Juliana Tonsmann e mostra na prática a importância de percebermos quando nossos filhos estão pedindo ajuda para extravasar emoções estagnadas e voltar a fluírem bem, experimentando o mundo e as relações da melhor maneira possível. Juliana teve a presença para escutar o filho e colocar o limite com carinho, sem querer ensina-lo ou educa-lo.) Leia mais

Apego seguro

Um Bom Choro Pode Promover o Apego Seguro

Este artigo é um ótimo resumo do primeiro livreto que estou traduzindo sobre Criação com Conexão. Se você quer ser avisada (o) sobre o lançamento dos livretos, clique AQUI e preencha seu email e seu nome (opcional)

O artigo original em inglês foi escrito pela Patty Wipfler e pode ser lido neste link. Ele fala sobre a importância do nosso papel de pais e mães em ajudar nossos filhos a extravasar emoções que estejam dificultando sua vida, e como podemos fazer isso. A tradução foi feita pela Aila Nunes e revisada por mim.

A Aila é psicóloga e psicoterapeuta Junguiana (fale com  a Aila através do Facebook dela) e quis colaborar comigo para trazermos o máximo de informações do Hand in Hand Parenting para a lingua portuguesa. Se você sabe traduzir do inglês para o português e quer participar dessa força tarefa, entre no site do Hand in Hand Parenting, escolha um artigo que te interessa, traduza e mande para eu revisar e publicar. Você estará ajudando milhares de mães, pais, avós, cuidadoras e educadores a terem acesso gratuito. Se você quiser, posso colocar o link da sua página no artigo que você traduziu.

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O “NÃÃÃOOOOO” nem sempre funciona

(Esse texto foi escrito por uma leitora do blog, a Fernanda Gabriela Rodrigues e acredito que ilustra muito bem uma situação de como colocar limites. Nesse caso, o limite não tinha objetivo de ajudar o filho a extravasar como eu sugiro nos textos sobre Educação por Conexão. Esse foi um limite mais parecido com o proposto pela Educação Ativa visando simplesmente delimitar o universo de opções para a criança. Boa leitura e abraços, Marcelo Michelsohn) Leia mais

3 Reflexões Sobre O Lindo (e difícil) Trabalho de Criar Filhos

Setenta pais, mães e avós estão participando do primeiro curso on-line “Melhorando a Conexão Entre Pais e Filhos” que iniciei recentemente.  Resolvi compartilhar com vocês alguns depoimentos dos pais (em Itálico) e algumas  reflexões que fiz ao longo dessas últimas semanas. Acredito, mais do que nunca, que precisamos criar uma comunidade de apoio a pais, mães, avós, cuidadores e educadores. O trabalho de criar uma criança é profundamente emocional e faz com que confrontemos emoções nossas que estão presas há muito tempo.  Leia mais

Pai conectado com o filho

Como Colocar Limites e Aumentar a Conexão com os Filhos

As vezes nossos filhos se comportam de uma maneira que desafia nossa compreensão. Por que o convite para vir tirar uma soneca na cama dos pais se transforma em um problema? Como enxergar isso como uma oportunidade para colocar limites e aumentar a conexão? Nessa história que aconteceu ontem eu conto tudo isso, explico como coloquei o limite e como isso ajudou meu filho a extravasar alguns sentimentos e depois a se conectar ainda mais comigo. Foi emocionante.

Lembre-se que não existe fórmula mágica. É apenas uma história, um conto, um “causo”. Se fizer sentido, fez. Se servir, serviu. Leia mais

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Choro na Hora do Chá: Ajudando uma Criança a Extravasar suas Emoções

Mais uma vez entendi que a melhor forma de ajudar nossos filhos é através de uma conexão que permita com que eles extravasem suas emoções, seja através do riso ou do choro. Chorar não é ruim. Quando uma criança chora, precisamos mostrar para ela que estamos juntos nessa e que ela vai atravessar pela dor, tristeza, raiva e sair do outro lado sentindo-se melhor. Mostramos isso com nosso olhar, nossa presença e com poucas palavras, sem tentar conforta-la ou fazê-la parar de chorar. Leia mais

Silêncio. Conversar Atrapalha a Brincadeira das Crianças

(Esse texto apresenta algumas dicas importantes sobre o relacionamento entre adultos na presença das crianças. Essa história aconteceu no começo de 2013 quando ainda morávamos em campinas e demora apenas 3 minutos para ler)

Recebi uma ligação da Julia, uma mãe que conheci na Praça do Côco em Campinas. Eu estava com Luna e Leo e ela estava com a Livia, sua filha de 3 anos. Não me lembro bem como começou a conversa mas ao final decidimos nos ligar para que as famílias se conhecessem melhor. Pois bem, ela me ligou e como eu estava no meio de um trabalho, pedi para Regiane falar com ela. As duas combinaram de se encontrar na chácara da sogra da Juliana, a Miriam. Chegamos lá por volta das 17:00. Julia nos recebeu no portão e Livia estava logo atrás com uma saia vermelha. Quando ela viu a Luna foi logo comentando: “Olha a minha saia, ela é rodada.” Luna não perdeu a oportunidade e respondeu que a dela também era e fez um rodopio para mostrar. Leia mais

Limites na Hora da Comida ou Como Percebi o que Minha Filha Precisava

(Esse texto de 4 minutos fala sobre uma situação onde coloquei limites na hora das refeições, mas não satisfeito com o resultado, explorei o que estava acontecendo de forma mais profunda e a consequência foi linda)

Há 3 semanas Luna (4 anos) começou com um novo hábito à mesa: só começava a comer quando o Leo (2 anos) já estava quase acabando. Ela argumentava que queria ter mais no prato dela. Vocês podem imaginar o transtorno que isso causa, pois as refeições começaram a durar uma eternidade. Leia mais